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terça-feira, 21 de junho de 2011

Animais Ameaçados

NOME Águia-americana
FILO: Chordata
CLASSE: Aves ORDEM: Falconiformes
FAMÍLIA: Accipitridae
GENERO: Haliaeetus
COMPRIMENTO: 78 cm
ENVERGADURA: 1,8 m a 2,25 m
PESO: Acima de 4 kg
ASAS: quadrangulares com extremidades penteoladas
ALIMENTAÇÃO: animal oportunista, come presa viva ou carne putrefada. O peixe compõe a maior parte de sua dieta, mas também come pequenos mamíferos, pássaros e répteis.
NINHO: A águia-americana constrói seu ninho na copa de árvores, utilizando galhos, gravetos e grama seca. A cada ano que passa a águia vai aumentando o seu ninho.
NINHADA: de 1 a 4 ovos
COMPORTAMENTO: Elas formam casais permanentes e quando os filhotes conseguem voar e caçar sozinhos, são expulsos do ninho pelos pais que lhes negam alimento.

NOMEA:Águia dourada
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Falconiformes
FAMÍLIA: Accipitridae
Comprimento: 30-40
Peso: 4 a 6 kg.
Envergadura: 6-7 ft
Ninhada: de 1 a 4 ovos (normalmente 2)
Período de incubação: 35 a 45 dias
Características físicas: As asas são grandes e arredondadas. Machos e fêmeas são semelhantes na aprência, porém, as fêmeas são maiores que o macho. A Plumagem do adulto, se forma entre os 4-6 anos de idade, é largamente marrom, escurecendo mais próximo às asas. O rabo é marrom cinzento. Debaixo das asas aparece um castanho cinza, enquanto a cabeça, corpo e penas menores no das asas são escuras. As penas da cabeça e nuca de seu pescoço são marrom dourado, por isso o seu nome águia-dourada. Os olhos de adultos são marrom escuro. Seu bico e garras são pretas, enquanto os pés são amarelos. As pernas são emplumadas até os dedão do pé.
Alimentação: Sua dieta inclui mamíferos principalmente pequenos como coelhos e lebres como também roedores maiores.
Aproximadamente 20% da dieta são compostos de pássaros e répteis. Foram vistos águias douradas capturar pássaros voadores grandes como gansos. Eles também foram vistos, ocasionalmente, comendo carne putrefata. Suas comidas habituais- são: -coelhos, marmotas, e esquilos. Um casal de águias caçará freqüentemente juntos; um persegue a presa para esgotamento, e o outro desce rápido e pega a presa. Um pássaro pode levar até 8 libras em vôo. A águia dourada ficou conhecida por mergulhar para pegar sua presa a velocidades calculada de 150-200 mph.
Reprodução: Estação de cria começa em meio-janeiro e continua em maio - setembro, entretanto pode variar de acordo com região geográfica. Cada casal pode ter até 10 ninhos, mas só 2-3 são usados em rotação. Alguns casais usam o mesmo ninho cada ano, enquanto outros usam os ninhos alternando os anos. O mesmo ninho pode ser usado por gerações. O ninho normalmente é construído em um precipício alto, entretanto podem ser usadas árvores se precipícios não estão disponíveis. O local de ninho preferido é onde a presa pode ser avistada facilmente. O ninho pode ser enorme se o local permite. Alguns ninhos de precipício mediram 8-10 pés por e 3-4 pés profundamente. É volumoso e é composto de varas, ramos, raizes, ervas daninhas, e mato. A fêmea é responsável pela maioria da incubação, entretanto o macho freqüentemente ajuda. Eles podem botar 1-4 ovos, entretanto dois são muito comuns. Os ovos são branco sujo e manchado ou manchado com marrom ou marrom avermelhado. A Incubação dura durante 35-45 dias. Os filhotes que nascem primeiro e são mais fortes, frequentemente matam ps irmãos menores e mais fracos e, os pais não interferem. Entretanto o filhote é dependente de seus pais durante 30 dias ou mais.
Comportamento:As Águias douradas formam casaisa, e um casal precisa até 35 milhas de território para caçar. Um pássaro pode levar até 8 libras durante vôo. Pode voar até 80 mph, entretanto a velocidade comum é 28-32 mph, e foi dito que mergulha a velocidades de 200 mph para pegar uma presa que avistou. A maioria das águias douradas no Alasca e Canadá viajam para o sul no outono quando a provisão de comida começa a faltar no norte. Mas nem todas as águias migram; alguns ficam no Alasca, Canadá meridional, e o E.U.A. do norte.
Habitat:A Águia Dourada existe na Eurasia e África do Norte e na América do Norte. O alcance de procriação na América Norte inclui o México norte-central, os Estados Unidos ocidentais como como Dakotas, Kansas e Texas, também o Alasca, e pelo norte do Canadá. Não existe nenhum registro de ninhos em Minnesota. Durante o inverno eles podem ser achados no Alasca meridional e Canadá, os Estados Unidos ocidentais e México. São vistas alguns Águias Douradas em Minnesota todos os outonos durante migração e ocasionalmente no rio Mississippi durante o inverno.
As águias douradas são protegidas pelo governo dos Estados Unidos e, são conisderadas ameaçadas de extinção. A caça, a elimininação de presas por alteração do habitat natural e o envenenamento por mercúrio são os fatores principais que limitam as populações dessa ave. As águias -douradas abandonam seus ninhos durante a incubação se foram pertubadas.
 NOME: Maracajá
FILO
: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Carnívora
FAMÍLIA: Felidae
CARACTERÍSTICAS:
COMPRIMENTO
: 60 cm, mais 40 de cauda
A fêmea é menor que o macho.
Peso: Alcança entre 3 a 5 kg
Ocorrência Geográfica: Em todos os estados brasileiros
Categoria/Critério: Espécie ameaçada pela destruição de habitat caça ilegal, área de distribuição restrita, populações pequenas.
Descrição: Dorso amarelo-queimado e acinzentado na cabeça. Linhas e manchas arredondadas e listras negras distribuídas pelo corpo. Anéis completos na metade final da cauda. Alto da cabeça e lados da cara amarelados. Possui manchas brancas sob os olhos e na parte externa das orelhas. Orelhas redondas. Olhos muito grandes.
Hábitos: Sobe com facilidade em árvores e é a única espécie que desce com a cabeça para baixo como os esquilos. Espécie primordialmente noturna, terrestre e arbórea, solitária.
Alimentação: Alimentam-se de pequenos mamíferos, aves e répteis. Ocorre em matas pouco perturbadas em todo território nacional, exceto região Nordeste.

Nome Águia-pesqueira 

FILO: Chordata 
CLASSE: Aves 
ORDEM: Falconiformes 
FAMÍLIA: Pandionidae 
Envergadura: até 1,70 m
Alimentação: Alimenta-se exclusivamente de peixes. 
Ninhos: feitos de galhos secos, algas e musgo, são construídos no alto das árvores ou sobre os rochedos. Aí a fêmea choca seus quatro ovos durante cinco semanas. 
Filhotes: 4 ovos 
Tempo de incubação: 5 semanas 
Tempo de permanência dos filhotes no ninho: 30 dias
Habitat: Vive na parte ocidental da América do Norte, América Central e Antilhas, de onde emigra para a América do Sul. Habitam as regiões costeiras ou próximas de lagos e rios. No fim do verão, as águias-pesqueiras deixam a região onde reproduzem e partem parq o sul. Mas, na primavera seguinte cada casal vem procriar exatamente no mesmo lugar. 
Características físicas: As águias-pescadoras ou marinhas têm bicos mais longos e pesados que os das águias-reais. Além disso, carecem de penas na parte inferior das patas. A barriga é branca, asas escuras e possuem uma faixa escura do olho à nuca.

Ao contrário da maioria das aves pescadoras, que apanham os peixes com o bico, a águia-pesqueira, ou aurifrísio, como também é chamada, pega-os com suas garras de unhas compridas e dedos escamados e rugosos. Assim, depois do vôo em mergulho - às vezes, de mais de 100 m de altura, a águia-pesqueira precisa se endireitar para agarrar o peixe.
Dizimada pelos caçadores, envenenada pelos inseticidas absorvidos pelos peixes, a águia-pesqueira é, além disso, vítima dos ladrões de ovos (gralhas, gaivotas e colecionadores). por isso, é cada vez mais rara na Europa e na América do Norte.



NOME: MICO LEÃO DE CARA DOURADA
Ordem: Primata.
Família: Callithricidae.
Habitat: Sul da Bahia e Norte do Espírito Santo.
Distribuição geográfica: Brasil. Vivem em estado selvagem apenas nos restos de mata que sobraram no sul da Bahia.
Tamanho: cerca de 17 a 50 cm e a cauda, de 23 a 39 centímetro.
Peso: O peso varia de 210 a 590 gramas.
Pelagem: A pelagem é longa e macia. É significativamente preto com a cabeça, nádegas, superfície mais alta da cauda, antebraço, mãos e pés dourados.
Longevidade: 15 anos
Maturidade: Fêmea- 18 meses, Macho- 24 meses
Época reprodutiva: Setembro a março
Gestação: 125 a 132 dias
Nº de filhotes: 1 a 3. O filhote quando nasce é assistido tanto pela mãe quanto pelo pai.
Peso filhote: 60 g
Alimentação: Pequenos animais, insetos, frutas e ovos de pássaros.
Curiosidades: Geralmente viaja em pequenos grupos.
Hábitos: Pula de árvore em árvore com muita agilidade. Se abriga em ocos de árvores e em rochas.
Ameaça
de Extinção: Devido às capturas ilegais para a venda a comerciantes inescrupulosos e, ao intenso desmatamento no seu habitat, este pequeno macaco está gravemente ameaçado de completa extinção



Nome: Muriqui
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primatas
Gênero: Brachyteles
Familia: Atelidae
Ameaça de extinção: A espécie está seriamente ameaçada de extinção, classificada como em alto risco pela IUCN(1978), e USDI(1980) - apêndice 1 das CITES. Isto ocorre pela caça ilegal e pela destruição dao habitat natural. Ele só é encontrado nos remanescentes da Mata Atlântica do Sudeste do Brasil.
Distribuição Geográfica: Mata Atlântica sensu latu Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo.
Ocorrencia: A área de distribuição do muriqui abrangia o sul do estado da Bahia passando pelos estados do Espirito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais indo até São Paulo, possivelmente ocupou também o Norte do Paraná. Pode ser encontrado habitando matas primárias e secundárias. Atualmente sua população ocupa pequenos fragmentos sendo a maior população conhecida concentra-se no Parque estadual de Carlos Botelho contudo outros estudos são fundamentais para o conhecimento preciso do tamanho de sua população e de sua real área de distribuição atual. Não existem registros recentes da espécie no estado da Bahia. Há registros da ocorrencia da espécie no Parque Nacional do Caparaó (MG/ES), Reserva biológica Augusto Ruschi (ES), Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo de Cunha, Estação Ecológica da Jureia-Itatins, Parque Estadual de Carlos Botelho, Fazenda Inter-Vales, no Estado de São Paulo e Estação Biológica do Sossego, Estação Biológica de Caratinga, Parque Estadual do Rio Doce em Minas Gerais.
Características físicas: Maior primata das Américas, endêmico da Mata Atlântica. A cabeça é redonda, o corpo é pesado, os membros são longos e esbeltos; o rabo é mais longo que o corpo, desnudo em baixo perto da ponta, e preênsil.

Pelagem: espessa de coloração amarelada
Cauda: longa preênsil, com terço final desnudo, servindo de superfície táctil e preensora.
Comprimento: Corpo 46 a 63cm. Rabo 65 a 80cm.
Peso: 12kg (fêmeas) e 15kg (machos).
Locomoção: Seu principal modo de locomoção é através da braquiação, realizada através dos membros e mãos alongadas. O polegar é vestigial ou ausente, e a mão é utilizada como gancho.
Alimentação: Estudos mais detalhados por Milton (1984, 1985) observou que os Muriquis gastam mais de 50 por cento de seu tempo forrageando e alimentando-s de folhas. Também se alimentam de frutas e flores.É um animal que tem características próprias de frugívoros e de folívoros
População: Aproximadamente 700 to 2,000 animais (Martuscelli, et al. 1994).
Estilo de vida: De acordo com Torres de Assumção (1983) o grupo varia e são encontrados animais de acordo com a distância em que eles percorrem: 7 ou 8 indivíduos em 170 ha., 13 em 105 ha., 12 em 217 ha., e 30 em 580 ha. O grupo com 13 macacos possuem 4 machos de adulto, 4 fêmeas de adulto, e 5 jovem.
Os machos permanecem nos grupos que nascem durante toda a vida, eles são intolerantes com os machos de outros grupos. Segundo Milton (1984, 1985) diariamente movimentam-se durante uma hora e percorre uma média aproximada de 630 metros.
A moradia das fêmeas é calculado para cobrir aproximadamente 70 ha., inclusive uma área de 4 ha. onde o animal descansa freqüentemente e dorme. Não há nenhuma defesa territorial, entretanto há uma hierarquia de domínio entre fêmeas, e machos são dominantes a fêmeas.
Nº de filhotes: O Muriqui dá à luz a um único filhote. 
Nome vulgar: MUTUM PINIMA
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Cracidae
Nome científico: Crax fasciolata
Nome inglês: Bare faced curassaw
Distribuição: Brasil (Paraná, Norte do Maranhão, leste e sul de Goiás, Oeste de Minas Gerais e Panamá)
Habitat: Zonas tropicais
Hábitos: São monógamos. O macho dá comida à femea
Longevidade: 40 anos
Maturidade: 2 anos
Época reprodutiva: Setembro a Janeiro
Incubação: - 33 dias
Nº de filhotes: 2 a 4
Alimentação na natureza: Predominantemente frugívoros; sementes e restos vegetais, folhas e brotinhos
Alimentação em cativeiro: Ração, agrião picado, carne moída, cenoura ralada, milho inteiro




Nome Vulgar: BUGIO
Nome em inglês: Red Howler Monkey
Nome Científico: Alouatta seniculus
Outros Nomes: Guariba, barbado bugio e roncador.
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Família: Cebidae
Distribuição: Ocorrem desde as matas costeiras do sul do México até o Chaco e o sudeste brasileiro
Habitat: Uma variedade de ambientes que vai da floresta tropical úmida aos campos cerrados.
Hábito: Diurno
Comportamento: Grupo de até 10 indivíduos
Longevidade: 20 anos
Maturidade: Fêmea - 4 a 5 anos, Macho - 6 anos
Época reprodutiva: Durante todo o ano
Gestação: 4 a 5 meses
Desmame: 1,5 a 2 anos
Nº de filhotes: 01
Características: O corpo é forte e maciço. A cabeça, também maciça, nos machos parece ainda maior, devido aos longos pêlos que revestem o queixo, (por isso ele também é conhecido como macaco barbado) e ao grande desenvolvimento do osso hióide, em forma de cápsula, que funciona como caixa de ressonância. A cauda é muito musculosa, com a porção inferior da ponta desprovida de pêlos e dotada de grande sensibilidade. Enrola-se firmemente nos galhos e funciona como um quinto membro, sustentando o corpo por longos períodos de tempo, por exemplo, enquanto o animal se alimenta.
Cor: Sua coloração varia do preto ao vermelho. Em uma das espécies, encontrada no Brasil central (Alouatta caraya), os machos são completamente negros enquanto que as fêmeas e os filhotes apresentam colorido castanho-oliváceo (veja a foto ao lado).
Peso adulto: 5 a 9 Kg
Tamanho: até 70 cm de comprimento
Peso filhote: 120 a 130 g
Alimentação na natureza: Folhas e frutas
Alimentação em cativeiro: Frutas diversas, verduras e iogurte
Causas da extinção: Tráfico de animais. A espécie encontra-se ameaçada de extinção, principalmente devido à destruição de seu hábitat e também à caça

Nome: ONÇA PINTADA
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Distribuição: Ao sul dos EUA, México, América Central e América do Sul (Noroeste da Argentina)
Habitat: Florestas e savanas
Hábito: Noturno
Comportamento: Solitário e territorialista
Longevidade: 20 anos
Maturidade: 3 a 4 anos de idade
Época reprodutiva: Durante todo o ano
Gestação: 93 a 105 dias
Nº de filhotes: 1 a 4 filhotes
Peso adulto: 36 a 158 Kg
Peso filhote: 700 a 900 g
Alimentação na natureza: Aves, Mamíferos
Alimentação em cativeiro: Carne
Causas da extinção: Caça e destruição do habitat


Animais em extinção


NOME COMUM: Ararinha Azul
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Psittaciformes
FAM;ILIA: Psittacidae
COMPRIMENTO: de 27 a 56 cm
COMPRIMENTO DA CAUDA: 35 cm
COR: Azul
PESO: por volta de 350g.
REPRODUÇÃO: Sua postura é de 3 a 4 ovos, e a maturidade sexual observada em aves cativas - é de 4 a 5 anos.
OVOS: Seus ovos, medem aproximadamente 35 mm de diâmetro.
ALIMENTAÇÃO: sementes das caraibeiras (T. caraiba), de pinhão (Jatropha mollissima), faveleira (Cnidoscolus phyllacanthus) e de baraúna (Schinopsis brasiliensis). Em cativeiro é composta de grãos, frutas diversas, ração comercial para psitacídeos, suplementação mineral e polivitamínica.
CAUSAS DA EXTINÇÃO: Esta espécie foi desaparencendo e sua população, que já era restrita desapareceu. Isso devido à captura para o tráfico de animais para servir como ave ornamental ou de estimação e também a destruição de seu habitat original.

Considerada extinta pelo IBAMA, em julho de 2002, é a Arara mais rara do mundo! O último exemplar selvagem conhecido dessa espécie e que habitava a região de Curaçá, no sertão da Bahia, desapareceu em outubro de 2000. Este macho de tão solitário (pois sua espécie é gregária, vivendo em grupos) acabou acasalando com uma fêmea de Maracanã (Ara maracana), que também vive no mesmo habitat. Logicamente, mesmo com o casal tentando reproduzir, não houve filhotes.
A Ararinha Azul vivia no extremo norte da Bahia ao sul do Rio São Francisco, na Caatinga, onde ocorrem caraibeiras, pinhões e faveleiras (plantas que ela utilizava). De hábitos sociais selvagens pouco conhecidos, faz seus ninhos em caraibeiras (Tabebuia caraiba), substituídos em cativeiro pelos ninhos de madeira. Atualmente (2002), existem apenas 60 exemplares em cativerio no mundo, o Brasil detém a propriedade de apenas oito. As demais estão em poder de mantenedores que integravam o grupo e de colecionadores particulares estrangeiros.
Como se pode ver pela foto, esta Arara é também única na sua aparência. O azul é de um tom diferente. chegando em algumas 


NOME COMUM: Foca-monge-caribenha
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Carnivora
FAMÍLIA: Phocidae
GÊNERO: Monachus
COPRIMENTO: entre 2,20 e 2,40m
PESO: Em torno de 130 kg
STATUS:
EXTINTA
REPRODUÇÃO: As fêmeas tinham 4 glândulas mamárias, em vez de duas como as restantes focas. Os hábitos de reprodução da foca-monge são desconhecidos e sabe-se apenas que davam à luz uma única cria em torno do mês de Dezembro.
PELAGEM: A sua pelagem era castanha no dorso, esbatendo-se para branco amarelado na barriga; as crias nasciam totalmente negras.
ALIMENTAÇÃO: Estes animais alimentavam-se de peixe, cefalópodes e crustáceos e eram activos sobretudo de manhã cedo e ao crepúsculo.
PREDADORES: Os seus únicos predadores eram os tubarões caribenhos e, mais tarde, o Homem. A foca-monge era muito lenta e desajeitada em terra e, por isso, supõe-se que não tivesse predadores fora de água.
O primeiro contacto de europeus com a foca-monge-das-caraíbas foi através de Cristóvão Colombo em 1493, que descreveu os animais como lobos-do-mar e anotou o interesse económico da espécie. Com a chegada dos colonos, a foca-monge começou a ser caçada pela pele, pela sua gordura e também como alimento. Mais tarde gerou-se a idéia que esta foca era uma ameaça à conservação dos bancos de peixe e iniciou-se uma campanha semi-organizada para erradicar a competição. Os pescadores foram bem sucedidos e a foca-monge tornou-se rara. O último registo visual de um animal desta espécie foi em 1932, ao largo da costa do Texas. 




Nome comum: Baiji
Reino: Animal
Filo: Chordata
Classe: Mamífero
Sub classe: Eutheria
Ordem: Cetacea
Sub ordem: Odontoceti (baleia Dentada, golfinho ou toninha)
Superfamília: Platanistoidea
Família: Lipotidae
Gênero: Lipotes
Tamanho: Baiji têm 80 a 90 cm (32 - 35 em) quando eles nascem. Adultos com 2 anos - 2.4 metros (6 ft 6 em - 8 ft).
Peso: Quando eles nascem, baiji pese entre 2.5 e 4.8 kg (6 - 11 lb). baiji de Adulto pese entre 100 e 160 kg (220 - 355 lb).
Habitat: Rio Yangtze, China
Tempo de vida: 30 anos
Alimentação: Pequenos peixes e camarão
Dentição: Eles têm uma média de 65 dentes em cada fila de ambas as mandíbulas.
Descrição: O Baiji possui o corpo claro em um tom azulado cinzentado e sua barriga é branca ou um branco acinzentado. A barbatana é muito baixa e de forma triangular e as nadadeiras são arrendodadas e curtas. Olhos pequenos.
População: ZERO
Estatistica: EXTINTO. O animal era um autêntico fóssil vivo, que habitava as águas do rio mais longo da China há 25 mil anos. Cerca de 400 baiji viviam no rio Yang Tse em 1980. Na última pesquisa, em 1997, foram avistados 13 golfinhos, e um pescador disse ter visto um exemplar em 2004

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Como denunciar

De acordo com a legislação que está no decreto 24.645 de 10 de julho de 1934, que define maus-tratos contra animais e a lei federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, a 'Lei dos Crimes Ambientais', os atos de abuso e de maus-tratos com animais configuram crime ambiental. Portanto, devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. A autoridade policial é obrigada a proceder a investigação de fatos que, em tese, configuram crime ambiental.
Para denunciar, toda pessoa que seja testemunha de atentados contra animais pode comparecer a delegacia mais próxima e lavrar um Termo Circunstanciado, espécie de Boletim de Ocorrência (BO), citando o artigo 32 ('Praticar ato de abuso e maus-tratos à animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos '), da lei de crimes ambientais 9.605/98. Caso haja recusa do delegado, cite o artigo 319 do Código Penal, que prevê crime de prevaricação: 'receber notícia de crime e recusar-se a cumpri-la'.
Se houver demora ou omissão, entre em contato com o Ministério Publico estadual - Procuradoria de Meio Ambiente e Minorias. Envie uma carta registrada descrevendo a situação do animal, o distrito policial e o nome do delegado que o atendeu. Você também pode enviar fax ou ir pessoalmente ao MP. Não é necessário advogado.
Caso o agressor seja indiciado ele perderá a condição de réu primário, isto é, terá sua 'ficha suja'. O atestado de antecedentes criminais também é usado como documento para ingresso em cargo público e empresas, que procuram saber do passado do interessado na vaga, podendo, então, recusar o candidato à vaga, na evidência de um ato criminoso.
Em algumas cidades brasileiras, é possível fazer um boletim de ocorrência pela internet, por meio do 'Plantão Eletrônico'. Assim, não é necessário ir à uma Delegacia de Polícia para registrar o 'Boletim de Ocorrência'. Basta acessar o site da polícia de sua cidade.

maus tratos

Alguns exemplos de maus tratos: O sacrifício de animais em rituais religiosos, seu uso em rodeios, circos e touradas, práticas folclóricas bárbaras, como a farra do boi, ou até aprisioná-los em zoológicos.
Rinha de galo
      Equipados com afiadas lâminas de metal, na altura das esporas, os galos se vêem forçados a lutar até a morte, ou quase, para satisfazer aos apostadores. O galo que correr da briga, que cai por nocaute, ou quebra a pata ou a asa, perde e acaba, em muitos casos, morrendo.
Os 'galos de briga' só brigam na natureza para defender o seu território e que, nas rinhas, apenas reagem de acordo com o que aprenderam.



 
Uso de animais em rodeios
Antes do rodeio acontecer, bois, cavalos e bezerros sofrem agressões que, muitas vezes, não são de conhecimento do grande público. Há um lado cruel nesta festa. Os animais expostos nas arenas são forçados a se comportar de maneira violenta, não natural. Ferramentas de tortura são usadas para enfurecer o bicho. Além das competições, que prejudicam a integridade física do animal e que podem levá-lo à morte, práticas de tortura são usadas para enfurecê-lo.
 



 
Touradas
A tourada consiste em torturar touros e cavalos (que são usados para investir contra os touros), ao perfurá-los com instrumentos que parecem arpões, chamados aguilhões, para que os animais sangrem até a morte. É extremamente violenta e por isso, a maioria das sociedades que ainda praticam touradas são contra a atividade, na arena, onde a angústia e o medo são crescentes, se junta o sofrimento físico por ser conduzidos com aguilhões e à paulada. Entre outros métodos de preparação para o confronto entre o toureiro e o animal, serram-se os chifres dos bois a sangue frio, sua carne e os tecidos musculares são cortados para arrancar os ferros com os seus arpões, cravados durante a tourada, todos os procedimentos realizados sem nenhum tipo de anestesia.